segunda-feira, 22 de junho de 2009

Turismo na Amazônia

Vamos começar no blog uma sessão voltada para o turismo na Amazônia, mais especificamente os paraísos paraenses.
São 143 municípios com belezas e encantos a desbravar e descobrir, vamos lá então?
Começaremos pelo Município de Belém, distrito de Mosqueiro...



Mosqueiro - A Eterna BUCÓLICA


Pórtico de entrada do Distrito de Mosqueiro

HISTÓRIA


Mosqueiro é uma ilha fluvial localizada na costa oriental do rio Pará, no braço sul do rio Amazonas, em frente à baía do Guajará. Possui uma área de aproximadamente 212 km².

Um pouco de História

A ilha do Mosqueiro é um distrito administrativo do município de Belém e dista 70 Km de Belém continental. Possui 17 km de praias de água doce com movimento de maré. O nome "Mosqueiro" é originário da antiga prática do "moqueio" do peixe pelos indígenas tupinambás que habitavam a ilha.
A valorização da ilha do Mosqueiro, balneário distante 70 quilômetros de Belém por rodovia, teve início no final do século XIX e está ligada ao ciclo da borracha. Foram os estrangeiros, atraídos pela exuberância da economia da capital, os primeiros a valorizar a ilha como local de veraneio. Foram eles que construíram os casarões que ainda hoje podem ser vistos em torno da orla das praias do Farol, Chapéu Virado, Porto Arthur e Murubira. Os barões da borracha encamparam a descoberta. Começava assim o processo de ocupação da ilha.

O rio era então o único meio de acesso desta incipiente ocupação. A expansão vigorosa do processo ocorreria somente em 1968 com a inauguração da estrada, interligada por balsa. Foi um marco para a aceleração da especulação imobiliária, que se expandiu em direção às praias do Ariramba e São Francisco. A partir de 1976, a ocupação voltou a se intensificar com a construção da ponte Sebastião Oliveira.

Em Mosqueiro, os colonizadores se estabelecem nos terrenos altos, os "caris” na língua indígena, próximo da enseada, onde dispunham de segurança para suas embarcações. Quando chegaram à ilha, os portugueses já encontraram os índios Tupinambás (os "filhos de Tupã"), que fugiram do Nordeste após as invasões estrangeiras no litoral brasileiro. Bastante evoluídos para a época, os Tupinambás sabiam falar a língua geral, o Nheengatu, devido ao contato mantido com os estrangeiros. A partir do ciclo da borracha, a vila entrou num processo de grandes mudanças. Junto com Belém, Mosqueiro passou a conviver com a riqueza e o luxo e a usufruir as benesses trazidas pelo acelerado desenvolvimento registrado na capital. Chegaram os ingleses da "Pará Electric Railways Company", responsáveis pela instalação de energia elétrica e de meios de transportes interno. Vieram também alemães, franceses e americanos, funcionários de companhias estrangeiras como a "Port of Pará" e a "Amazon River".

De acordo com o IBGE, caso fosse emancipada como município, Mosqueiro, com 28 mil habitantes, estaria entre os municípios paraenses de médio porte. Os moradores, porém, não aceitam os números do censo. Para eles, a população está em torno de 50 mil.

As Praias

Areão
Trapiche
Do Bispo
Praia grande
Prainha
Farol (Ilha do Amor)(O BLOG RECOMENDA)
Chapéu Virado
Marahu
Porto Artur (sentar na orla e ver o pôr do sol ou o nascer do sol e as ondas quebrando na praia)



Murubira (O BLOG RECOMENDA)



Ariramba (sentar na orla e ver o pôr do sol no fim da tarde é lindo demais)
São Francisco (Fica isolada entre Carananduba e Ariramba)
Carananduba
Paraíso (O BLOG RECOMENDA)
Baía do sol (O BLOG RECOMENDA)

Como chegar???
Não leva mais que uma hora a viagem de carro de Belém até Mosqueiro. O acesso utilizado para se chegar até a ilha é feito através das rodovias BR-316 e PA-391.


No terminal rodoviário de Belém temos linhas diretas para a Ilha, além de ônibus de linha urbana.

Onde ficar???
Apart Hotel Lice
Endereço: Av. 16 de novembro 1285 - Bairro: Farol
Tel: 3771-1271 / 3771 - 1244
Beira Mar
Endereço: Rua Siqueira Mendes, 08 - Bairro: Vila
Tel: 3771 - 1886
Condomínio Hotel Murumbira
Endereço: Av. Beira Mar, s/n - Bairro: Praia do Murumbira
Tel: 3772 - 1778 / 3242 - 1326
Don Juan
Endereço: Porto Arthur - a 100 metros da praia do Chapéu Virado
Tel: 3771 - 1826
Hotel Farol
Endereço: Praça Princesa Isabel 3295 - Bairro do Farol
Tel: 3771 - 1219
Este Hotel é parte da História de Mosqueiro O BLOG RECOMENDA MUUUUUITO!!!!
http://www.hotelfarol.com.br/
Hotel Fazenda Paraíso
Fica na Praia do Paraíso, uma das mais belas da ilha. O BLOG RECOMENDA.
Telefones: 3204 - 4666 / 3618 - 2022
http://www.hotelfazendaparaiso.com.br/
Hotel Ilha Bela
Endereço: Av. 16 de Novembro, 409. Bairro: Farol.
Tel: 3771 - 1921
Maresias
Endereço: Passagem das Cobras, s/n - Bairro: São Francisco
Tel: 3771 - 1463
Pouso dos Arirambas
Endereço: Estrada de São Francisco, 8247
Tel: 3772 - 2020
Pousada Canto do Sabiá
Endereço: Rua Nossa Senhora do Ó, 781. Bairro: Vila
Tel: 3771 - 1166
Pousada Em Casa
Endereço: Rua Comandante Ernesto, 26. Bairro: Vila
Tel: 3771 - 1193
Fotos da eterna Bucólica

Praia do Farol

Praia Chapéu Virado



Detalhes dos Chalés do século XIX, construídos em toda a ilha


Praia do Bispo


Pôr do Sol na Ilha

Praia Areão
Detalhe de Chalé na praia do Chapéu Virado

Coreto na Praça da Vila
Dicas do que fazer na Ilha.
- Ver bem cedinho, na praia, a chegada dos barcos pesqueiros e do açaí que chega pra ser vendido na ilha
- Tomar café da manhã na vila, saboreando as deliciosas tapioquinhas de vários sabores - doces e salgadas; além de mingau de milho, mingau de tapioca, mingau de banana.
- Visitar o mercado municipal e ver a fartura de peixes, legumes e frutas existentes na região.
- Almoçar nas barraquinhas instaladas nas praias, desfrutando de um saboroso peixe frito ou calderada, sentindo o vento gostoso que vem da praia.
-

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terça-feira, 16 de junho de 2009

Belém de Outrora

15 de Agosto, atual Pres. Vargas

Avenida Portugal

Fábrica Palmeira

Praça do Relógio

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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Desabafo de um cidadão atormentado pelo desdenho político em Belém e no Pará.

Belém, “cidade morena” – um lugar abandonado pelo poder público, excluída do cenário nacional, você já reparou nos noticiários da TV GLOBO apoiada pela Sua afiliada Tv Liberal? É impressionante o desprezo e a capacidade de minimizar a população de Belém e do Estado do Pará.
Aqui existe prostituição infantil, drogas e outras coisas que a TV insiste em mostrar, mas nós sabemos que se você for até a praia de Iracema (Fortaleza-CE) você consegue garotas de todas as idades para realizar as suas mais loucas fantasias, mas o que Fortaleza ganha com isso? Uma sub-sede da copa de 2014, enquanto ficamos aqui chupando dedo, vendo a nossa oportunidade de receber um pouco de investimento e progresso se esvair pelas mãos do nosso incompetente governo estadual e municipal. Responda-me sinceramente, qual o histórico futebolístico que Manaus-AM apresenta para sediar jogos de uma copa do mundo? Praticamente nenhum. Mas lá existe uma coisa que aqui em nossa cidade e em nosso estado não estamos acostumados a ver! Que se chama vontade política.
Aqui nós temos um estádio de futebol com pelo menos 70% da estrutura pronta para receber uma copa, Manaus tem um estádio que vai ser demolido para poder construir um com estrutura suficiente para receber tal evento, mas no fundo não fico com raiva dos manauaras, muito pelo contrário admiro a capacidade política e o empenho do povo e do governador Carlos Eduardo Braga, que vale ressaltar é belenense, são políticos como este que estamos precisando para nosso estado e nossa cidade, mas como já estamos acostumados, tudo que é bom vai embora daqui.
Vamos analisar o nosso minério; a VALE usa uma grande parte da energia produzida em Tucuruí, para alimentar sua empresa, essa energia ainda é subsidiada pelo governo para a VALE retirar o nosso minério e levar para o Maranhão, beneficiar e recolher os impostos lá, aqui nós ficamos com o buraco, e também com uma das tarifas de energia elétrica mais caras do Brasil.
A energia produzida em Tucuruí é escoada por linhas de transmissão que além de atender os mercados do Pará (muito precariamente), Maranhão e Tocantins, a Usina exporta energia para os sistemas Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Irônico isso não é? Eles (Sudeste e Centro-Oeste) são o top deste país, mas não conseguem nem ao menos gerar energia suficiente para se sustentar, afinal o que seria do Sudeste e Centro-Oeste, se um dia os paraenses tão oprimidos e discriminados, num ato de resposta e coragem resolvessem fechar a ferrovia da VALE e cortar as linhas de transmissão de Tucuruí? Sem minério e sem energia, eles vão parar e se um dia isso acontecer talvez aprendam a respeitar este povo que tanto contribui para o progresso deste país.
Acho que dividir este Estado acaba se tornando um pensamento medíocre, quando olhamos para frente e podemos ver que temos dimensões (estruturais, financeiras e produtivas) para nos tornarmos até um país independente, livre das pressões sofridas por nossos “irmãos” do resto do país.
Vamos nos unir, parar de eleger políticos corruptos, pessoas sem o menor interesse em nosso povo, políticos que só vem ao Pará em época de campanha, pois preferem morar em Fortaleza-CE, são políticos pedófilos, outros que recebem dinheiro em nome de empregada doméstica, e que aprovam obras que levam de nada a lugar nenhum, e que não mudam em nada a vida de um povo tão sofrido e marcado pelo desdenho do poder público estadual e municipal.
Está na hora de nos unirmos e levantar uma bandeira em favor do respeito para com este Estado, e pelo fim da discriminação que sofremos pelo resto do país e pelas emissoras de TV.

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